7 dicas de como ler um ebook sem doer a vista

Ebooks são livros digitais. Eles são uma boa alternativa para o uso do papel. No entanto, alguns reclamam que lê-lo dói a vista.

(Crédito: John T Takai / Shutterstock.com)

Usar ebooks é uma ótima forma de alternativa ao papel. O meio-ambiente agradece. No entanto, há muitos que reclamam que ler coisas digitais cansa e dói a vista. Mesmo assim, por mais que seja difícil se acostumar, eles vieram para ficar. Mais cedo ou mais tarde, eles substituirão os livros impressos.


Por isso, não adianta nadar contra a maré. Leia sete dicas para ler ebooks sem doer a vista:

1- Não os use quando estiver cansado de mais 
2- Utilize-o em uma iluminação uniforme evitando gerar sombrar e reflexos 
3- Adeque o tipo de letra para enxergar corretamente a 30/45 centímetros de distância 
4- Evite a secura ocular piscando várias vezes 
5- Realize pausas a cada hora, para relaxar a vista 
6- Administre de forma inteligente sua exposição ocular 
7- Não se esqueça de realizar uma revisão anual da sua vista

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FELIZ NATAL E ÓTIMO 2012!!!

A equipe da Editora Belas-Letras entrará em férias nesta quinta-feira, com retorno no dia 09 de janeiro de 2012. Então, já aproveitamos a oportunidade para desejar a todos um FELIZ NATAL e um EXCELENTE 2012. Que muitas publicações e palavras possam marcar o próximo ano!!!!



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O brasileiro está lendo mais e pagando menos


O aspecto mais relevante da Pesquisa sobre Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro, que acabamos de divulgar, refere-se ao crescimento, entre 2009 e 2010, de 8,3% do número de livros vendidos, se considerarmos apenas o movimento em livrarias, internet e porta a porta, dentre outros canais, excluindo compras governamentais e de entidades sociais. Por outro lado, o faturamento relativo a esse recorte mercadológico da comercialização sofreu um decréscimo real de 2,24%. Isso significa que o preço médio do livro diminuiu 4,42% em 2010.
Entre 2008 e 2009, a pesquisa anual da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), realizada pela Fipe, já havia registrado redução de 3,52% nos preços. Os números são ainda mais consistentes se lembrarmos que edições anteriores do estudo já apontavam, no período de 2004 a 2008, quedas acentuadas de preços dos livros: 24,5% no segmento de didáticos; 22,4% no de obras gerais; 38% no de religiosos; e 23,3% no de científicos, técnicos e profissionais.
Outro aspecto muito relevante da pesquisa 2011 refere-se ao crescimento de 4,96 pontos percentuais da comercialização de livros porta a porta, fundamental num país com as dimensões do Brasil, no qual ainda há carência de pontos de venda em bairros afastados das grandes cidades e numerosos municípios mais distantes das regiões metropolitanas. Em 2009, 39,74 milhões de livros haviam sido comercializados por esse canal, representando 16,64% do total. Em 2010, foram 56,04 milhões de exemplares, significando 21,66 por cento.
Esse avanço evidencia que as classes C e D estão comprando mais livros. O porta a porta é um canal decisivo de acesso para os 53 milhões de brasileiros, contingente superior à população da Espanha, que o estudo “O Emergente dos Emergentes”, da Fundação Getúlio Vargas e do Banco Interamericano de Desenvolvimento, indicou terem entrado no mercado consumidor desde 2003.
Outra tendência que se manteve em 2010 é de aumento da edição de novos títulos, com crescimento de 8,9%. Isto significa mais opções para o público leitor e oportunidades maiores para o surgimento de novos escritores. Tal constatação é corroborada por outros números constantes da pesquisa: em 2010, foram publicados 51,68 mil títulos de autores brasileiros, significando crescimento de 32,64% em relação aos 38,96 mil do ano anterior. Quando aos exemplares relativos aos títulos nacionais, o número de exemplares produzidos cresceu 29,6%.
De modo análogo ao maior número de títulos e de autores nacionais, também é interessante notar, na pesquisa 2011, que os livros de literatura, com 22,32% de participação no mercado total, ocupam o segundo lugar. Ficam atrás apenas dos didáticos, que representam 45,72%, e à frente dos religiosos, que figuram no terceiro lugar e cuja participação é de 10,30%. Literatura adulta significa 8,05% do total do mercado; infantil, 5,38%; e juvenil, 8,89%.
A novidade da pesquisa 2010 é que ela incorporou um censo do mercado, realizado periodicamente, que corrigiu a base de dados relativa a 2009. O estudo mostrou que há no Brasil 750 editoras ativas. Dentre estas, 498 enquadram-se na classificação da Unesco: edição de pelo menos cinco títulos e produção mínima de cinco mil exemplares por ano. As 498 empresas que atendem a tais critérios dividem-se da seguinte forma: 231 têm faturamento até R$ 1 milhão; 189, entre R$ 1 milhão e R$ 10 milhões; 62, entre R$ 10 milhões e R$ 50 milhões; e 16 têm receita acima de R$ 50 milhões.
É animador constatar que, muito além de mostrar um setor editorial em expansão, os números da pesquisa 2011 revelam que o Brasil tem avançado no sentido de se consolidar como um país de leitores. É verdade que ainda há muito a ser feito, mas estamos no caminho certo.

Fonte: Câmara Brasileira do Livro

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Termos que comprometem a oralidade e a escrita

Tanto na fala quanto na escrita devemos estar atentos quanto ao uso de certas expressões que interferem na qualidade do nosso desempenho linguístico.

Como a função da linguagem é estritamente social, e a língua possui um caráter dinâmico, certas vezes nos sentimos apegados a certos modismos, como por exemplo, o uso de clichês, que inevitavelmente acabam se incorporando ao nosso vocabulário.

Todavia, enquanto falantes, devemos zelar pelo nosso perfil, pois perante a sociedade somos vistos como um “todo”, e certas atitudes acabam estigmatizando-nos diante de nossas atitudes.

A discussão em si não remete a ideia de a Gramática Normativa ser o elemento norteador no nosso cotidiano, mas sim, sabermos distinguir situações em que o contexto não permite “tais desvios”. Pois, por mais que a Linguística tenha representado um avanço muito grande para os estudiosos da língua, essa noção de certo ou errado ainda tende a se perdurar por algum tempo.

De uma maneira mais específica analisaremos os desvios mais cometidos e suas principais características. Entre eles destacam-se:

A Ambiguidade - Consiste em retratar uma situação em que a clareza da mensagem torna-se comprometida, havendo, portanto, uma duplicidade de interpretações. Como em:

O menino pegou o ônibus correndo. Neste caso, não identificamos se era o menino ou se era o ônibus que corria.

Cacofonia - Consiste na junção de sílabas que foneticamente tornam-se desagradáveis.

Eu hoje não vi ela.
Já que não posso amar ela, vou para o convento.

Pleonasmo vicioso - É o emprego de uma ideia desnecessária, uma vez que essa já faz parte da inferência do ouvinte/leitor.

O menino entrou para dento apressadamente.
Ele desceu para baixo neste exato momento.

Plebeísmo - É o emprego de certos termos que denotam falta de conhecimento/cultura por parte do falante.

Ele falou “tipo assim”...

Barbarismos - representam literalmente o erro no emprego das palavras considerando-se a grafia, semântica e pronúncia.

A conzinha está toda desarrumada.
O bebê adora tomar iorgute.
Sua sombrancelha é bem delineada.

Eco - Consiste na repetição de palavras com o mesmo som para enfatizar uma ideia

Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão. (ditado popular)

Fonte: Brasil Escola

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As dez maiores dúvidas de português dos leitores

Nossa língua tem fama de difícil. O que, com exceção das tortuosas conjugações verbais, pesadelo de qualquer estrangeiro, tem uma grande dose de injustiça. Não existe idioma que não lance de vez em quando suas cascas de banana no caminho do falante. É por isso que existe a seção Consultório.

A lista dos dez artigos da seção que foram e continuam sendo mais acessados pelos leitores da coluna, abaixo, em ordem descrescente de visitação, forma um bom painel das dúvidas linguísticas que mais atormentam os brasileiros (e as brasileiras, como acrescentariam os cultores de um modismo besta, comentado no item 4) nos dias de hoje.

Por essa amostragem, conclui-se que a famigerada conjugação verbal não chega a ser um bicho-papão: o único representante do gênero é o caso da palavra “aprouver”, comentado no item 5. A maior parte das dúvidas concentra-se em questões cambiantes de uso e reflete as dores do crescimento de uma língua que, por ser viva, está em constante movimento.

E se aquela dúvida que tira o seu sono não estiver contemplada aqui, caro leitor, não se aflija: mande um email para a coluna. Na próxima quinta-feira tem início um novo lote de esclarecimentos.



Envie sua dúvida sobre palavra, expressão, dito popular, gramática etc. Toda quinta-feira o colunista responde ao leitor na seção Consultório. E-mail: sobrepalavras@todoprosa.com.br


Fonte: VEJA

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A resenha - Uma forma de recriação textual


Aumentar a nossa competência linguística é um dos requisitos básicos para que nos tornemos cada vez mais aptos ao ato da escrita. Tal competência linguística está relacionada ao nossso conhecimento acerca das normas que regem o próprio sistema, tendo em vista as normas gramaticais instauradas por este.

Diante disso, devemos sempre buscar novas alternativas para o aperfeiçoamento dessa técnica, como desenvolver o hábito pela leitura de bons livros, a prática de nos mantermos informados sobre acontecimentos diversos perante a sociedade que nos cerca, dentre outros. Tal medida contribui para o nosso crescimento, tanto pessoal quanto profissional.

Dentre essas alternativas está a reescrita de textos, pois ao reescrevê-los estamos dando-lhes uma nova “roupagem” por meio de palavras de nossa própria autoria, porém procurando manter sua ideia principal.

Representando esta técnica estão: o resumo, o comentário, a resenha e a crítica. Existem dois fatores que se tornam relevantes diante de uma recriação textual: As características inerentes ao texto original (vocabulário, tipo textual, estruturação dos períodos e, sobretudo, o assunto em voga) e a competência por parte de quem a produz (seu conhecimento de mundo, sua competência linguística e seu amadurecimento intelectual).

Ao falarmos sobre estas modalidades de reescrita, é importante sabermos que tal recriação não se restringe  somente a textos, mas também a filmes, peças teatrais, eventos de uma forma geral, e outros. Há, portanto, dois tipos de resenha:

A Descritiva - Aquela em que o autor somente relata informações como, por exemplo, de um filme, revelando o nome, o diretor, nome dos atores, a procedência, gênero, etc. A seguir apresenta uma sinopse do enredo.

A Crítica - Nesta, o autor, além de aplicar todos estes procedimentos, ainda tece comentários a respeito do assunto abordado.
É sempre bom lembrarmos que “crítica” não deve ser entendida somente no sentido pejorativo, como o ato de apontar “falhas”, mas também de elogiar, comentar, analisar, ressaltando os aspectos de maior relevância.

Quando se trata da resenha no campo jornalístico, esta vem acompanhada de títulos, e às vezes de subtítulos, sendo que os dados do resenhista, seguido de algum comentário sobre trabalhados desenvolvidos, também ocupam lugar de destaque.

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GANHADOR DA PROMOÇÃO "O MALA"

Conforme o regulamento da promoção "Um Mala em Minha Vida" o vídeo vencedor foi o maís votado pelos internautas, e pela votação do público o campeão é:

Andreas Richter Weber


OBS: solicitamos que o vencedor entre em contato com a editora através do e-mail imprensa@belasletras.com.br, para saber como proceder para o recebimento dos prêmios.

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Como escrever um texto com clareza


Você já fez alguma redação em que o comentário do corretor foi: Falta clareza das ideias, texto confuso, falta de coesão, parágrafo confuso?

É muito ruim quando lemos algo e não entendemos com exatidão o que aquele escritor quis dizer. Os argumentos se emendam uns nos outros, uma nova ideia surge a cada vírgula e em um mesmo período, o parágrafo parece não ter mais fim!

Uma redação é clara quando há transmissão do conteúdo ao interlocutor de maneira que este compreenda a mensagem. Logo, redações mais concisas, ou seja, objetivas, tendem a possuir mais clareza.

Se você tem dificuldade em estruturar bem seus pensamentos, utilize um rascunho. Leia sobre o assunto e busque na memória o conhecimento que já tem sobre ele. Então, reflita sobre o que vai escrever e como vai fazê-lo. Para isso, delimite o tema geral em um específico como, por exemplo: Tema geral: Amazônia, Tema específico: Manifesto Amazônia para sempre.

Quando você restringe o tema, restringe também o que vai escrever. Não que o texto deva ficar pequeno, mas sim objetivo, a fim de que seja desenvolvido plenamente. O escritor também deve ficar atento ao número mínimo de 15 linhas e máximo de 30 ou 35 (dependerá do processo seletivo).

O rascunho é muito importante, pois nele os erros poderão ser corrigidos antes de serem passados para a folha de redação definitiva. Quanto à clareza, tente cumprir com os seguintes aspectos:

a) Faça frases curtas, pois períodos longos geralmente ficam confusos.

b) Não tente parecer mais culto, empregando palavras que desconhece, pois correrá o risco de errar quanto ao significado. Portanto, use palavras simples e precisas.

c) Tenha cuidado com a ambiguidade, que é quando uma oração pode ter mais de um sentido: Peguei as chaves da Ana. (peguei as chaves que estavam com Ana ou as chaves que pertenciam a Ana?)

d) Coesão: As partes devem estar interligadas, ou seja, relacionadas. Não comece falando de alguma coisa e parta para outra, sempre termine a ideia inicial sem delongas. Frases com muitas vírgulas são indício de falta de coesão. Outra questão é não tentar passar as ideias de acordo com o que vão aparecendo em sua mente, pois o fluxo mental é intenso. Na hora de escrever, concentre-se e sempre leia cada parágrafo que acabou de redigir para verificar se está claro!

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Direitos imprescritíveis do leitor

Segundo o escritor francês Daniel Pennac, os direitos imprescritíveis do leitor são:

1.O direito de não ler.
2.O direito de pular as páginas.
3.O direito de não terminar de ler o livro.
4.O direito de reler.
5.O direito de ler no importa o quê.
6.O direito ao “bovarysmo” (doença textualmente transmissível).
7.O direito de ler não importa onde.
8.O direito de “colher aqui e acolá”.
9.O direito de ler em voz alta.
10.O direito de se calar.

Fonte: http://migre.me/7aZy5

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Por que a estética de um texto é tão importante?

Perguntar por que a estética textual é importante em um texto é o mesmo que perguntar por que tomamos banho, lavamos ou escovamos os dentes? É uma questão de cuidado e se a pessoa não costuma fazer isso, é tida como desleixada.

Com a redação também é assim: a impressão que dá quando o corretor vê um texto contínuo, sem pontuação e sem paragrafação, é a de que o escritor não teve o mínimo cuidado ao escrever o texto e tampouco estava se importando com o leitor. É como acontece quando alguém vai receber uma visita em casa e não se importa em deixar as coisas arrumadas.

Além disso, a estética também é quesito de pontuação em qualquer processo seletivo, claro, pois ninguém gosta de ler um texto mal organizado, nem mesmo os que são pagos para isso!

Então, vejamos o que você precisa verificar quanto ao visual de sua redação:

Primeiramente, observe o título e confira se o mesmo está escrito com letra maiúscula inicial, independente do que seja (artigo, preposição). Por exemplo: A abelha Léia. Claro, nomes próprios ou de lugares e siglas são escritos obrigatoriamente em letra maiúscula. Lembre-se que título não possui pontuação final!

Em segundo lugar, veja se todos os parágrafos possuem o espaçamento devido (largura de um dedo) e se todos estão na mesma altura. A paragrafação é fundamental, pois estabelece a estrutura visual que aponta para a divisão obrigatória do texto dissertativo: introdução, desenvolvimento e conclusão. Temos que o parágrafo inicial é a introdução, o último a conclusão e os demais são as argumentações que fazem parte do desenvolvimento.

O mínimo de parágrafos proposto a uma dissertação é de três, um para cada parte do texto. Contudo, é bom seguir o mínimo de 15 linhas e máximo de 30, adotados pela maioria dos vestibulares.

Em terceiro, observe se as ideias estão divididas de acordo com a distinção entre elas, ou seja, para cada nova abordagem, um novo parágrafo. Contudo, é necessário que exista uma ligação entre os argumentos expostos, caso contrário, a coesão não existirá.

Como quarto item, não rasure! Contudo, caso aconteça, faça um risco em cima da palavra e coloque-a entre parênteses.

Por último, observe atentamente sua letra, pois ela é o cartão de visita! Verifique se há alguma letra que não está legível! Não tenha você por base, coloque-se no papel de um leitor que nunca viu um texto seu e analise os termos que realmente podem causar equívocos! Se achar melhor, escreva em letra de fôrma, pois também é aceita em concursos.

Lembre-se que a ilegibilidade pode anular sua redação!

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Como elaborar uma narração

Veja todos os passos para você se dar bem ao redigir uma narração e confira dicas para seu texto narrativo.

A narração consiste em arranjar uma sequência de fatos na qual os personagens se movimentam num determinado espaço à medida que o tempo passa.

O texto narrativo é baseado na ação que envolve personagens, tempo, espaço e conflito. Seus elementos são: narrador, enredo, personagens, espaço e tempo.
Dessa forma, o texto narrativo apresenta uma determinada estrutura:

Esquematizando temos:

- Apresentação;
- Complicação ou desenvolvimento;
- Clímax;
- Desfecho.

Protagonistas e Antagonistas

A narrativa é centrada num conflito vivido pelos personagens. Diante disso, a importância dos personagens na construção do texto é evidente.
Podemos dizer que existe um protagonista (personagem principal) e um antagonista (personagem que atua contra o protagonista, impedindo-o de alcançar seus objetivos). Há também os adjuvantes ou coadjuvantes, esses são personagens secundários que também exercem papéis fundamentais na história.

Narração e Narratividade

Em nosso cotidiano encontramos textos narrativos; contamos e/ou ouvimos histórias o tempo todo.
Mas os textos que não pertencem ao campo da ficção não são considerados narração, pois essas não têm como objetivo envolver o leitor pela trama, pelo conflito.
Podemos dizer que nesses relatos há narratividade, que quer dizer, o modo de ser da narração.

Os Elementos da Narrativa

Os elementos que compõem a narrativa são:
- Foco narrativo (1º e 3º pessoa);
- Personagens (protagonista, antagonista e coadjuvante);
- Narrador (narrador-personagem, narrador-observador).
- Tempo (cronológico e psicológico);
- Espaço.

Por Marina Cabral
Especialista em Língua Portuguesa e Literatura

Artigos de "Narração"

A Verossimilhança na Narração
Um texto torna-se real através da verossimilhança.

Esquema-síntese da Narração
Elementos que compõem um texto narrativo.

Narração: Tipos de Narrador
Na narração, a preocupação com o foco narrativo é fundamental: narrador-personagem; narrador-observador; narrador-onisciente.

O Narrador
Posição do narrador e elementos da narrativa.

O Narrador e a Gramática da Narração
O foco narrativo e os elementos da narração.

Tipos de Discurso na Narrativa
Discurso Direto, indireto e indireto livre. Conheça-os!

Tipos de Narrativa
Conheça as subdivisões da narrativa!

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6 dicas para achar um bom livro


Leitores assíduos são como drogados, amantes ou qualquer um que precise muito de algo: estão sempre à procura de mais. Chega um dia que não há nada de novo pra ler – nenhum livro na lista, sem novidades na biblioteca, nada para guiar a leitura. Nesses momentos é preciso ser criativo ou ter alguns truques que nos permitem reconhecer um bom livro.

Eu tenho vários métodos:

1. Apostar nos clássicos
Um clássico vale a pena ser lido mesmo quando ele é ruim. Me explico: um clássico é considerado indispensável porque possui alguma qualidade marcante, por ter se tornado referência de alguma maneira. Nem sempre o critério é interessante para o nosso paladar, digamos assim. Mesmo assim, vale a experiência de descobrir que critério é esse, de ter a sua própria opinião sobre algo que todos falam.

2. Ler outro livro do mesmo autor
São raros os autores que escreveram apenas um livro. Se o autor já agradou uma vez, é provável que agrade de novo. Esse método tem a vantagem  de, por tabela, de fazer do leitor um “especialista”. Assim é possível conhecer o estilo do autor, suas mudanças, seus temas preferidos. Quem faz isso geralmente não resiste e acaba lendo a biografia dele.

3. Procurar uma boa biografia
Raramente uma biografia é ruim. Conhecer a história real de alguém dá novas cores a tudo. É interessante como um romance que tem início, meio e fim, e saber que é verdadeiro torna mais interessante ainda. Dependendo do biografado, ler sua história nos faz entender melhor a sua profissão e o período histórico que ele vivia.

4. Pegar dicas com os amigos
Todo mundo tem algum livro para recomendar. Muitas vezes, são livros desconhecidos, ou com um título desinteressante ou que jamais seria lido se alguém não garantisse que é bom. Além da indicação do livro, isso fortalece a amizade: é uma maneira de valorizar a opinião dos outros. E depois será interessante comentar as impressões que os dois tiveram.

5. Confiar numa editora
Grandes editoras são muito seletivas na hora de publicar um autor, especialmente um desconhecido. As boas editoras são especialistas em alguns ramos de conhecimento – arte, misticismo, filosofia, etc – e fazem uma seleção bastante rigorosa. Por isso, um livro que pareça bom e foi publicado por uma editora boa, provavelmente é bom mesmo.

6. Ler uma página aleatória
Essa dica é pra sentir o estilo do autor. É possível escrever um começo muito bom; começar pelo fim quase ninguém gosta. Ao ler uma página aleatória, dá pra saber se o livro é centrado em diálogos ou em sentimentos, de que maneira o autor contrói as frases e o que descreve. Se em uma rápida passada de olhos o livro parecer interessante, as chances de ser mesmo são muitas.

E você? Como descobre os bons livros?

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A regra de ouro para o empréstimo de livros


O empréstimo de livros é um tema polêmico.

Há aquele que prefere nem tocar no assunto.

Há aquele que empresta e sofre, depois de anos sem ver seu livro de volta à prateleira.

Há aquele que empresta e não está nem aí.

Porém, existe uma regra que funciona para todos os casos, antes de efetivamente se emprestar um livro.

Na verdade, funciona com livros, discos, dinheiro, mangueiras, escadas e tudo o mais.

No momento de oferecê-lo deve-se fazer a pergunta: eu poderia presentear essa pessoa com isto?

Veja: ainda que você esteja emprestando o livro, com a perspectiva de que a posse vai voltar, você deve admitir a séria possibilidade de que isso não aconteça.

Se o fato de isso não acontecer puder trazer sofrimento a você, esqueça. Você não deve emprestar o livro, de jeito nenhum. Sobretudo se o empréstimo for a um amigo, pois a partir daí você poderá ligar o seu amigo a uma sensação de sofrimento, por menor que seja.

Então a regra é:

Só empreste aquilo com que puder presentear
Aproveite e leia aqui sobre a biblioteca livre que mantenho em uma padaria
De fato, eu deixei de emprestar livros há muito tempo. Eu os dou e pronto.

No caso de livros é fácil: se for aquela sua obra preferida e que pode ser reencontrada em qualquer livraria ou qualquer sebo e que você gostaria que todos os seus amigos lessem, empreste à vontade. A primeira edição de Dom Casmurro, que você ganhou de seu avô? Nem pensar. Aquele livro que você encheu de anotações e que está repleto de referências de estudo suas? Também não.

E se o livro emprestado voltar?

Ora. Tanto melhor.

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Lápis ao invés de tinta

 



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As 3 mais lindas livrarias

As livrarias são aqueles lugares onde os amantes dos livros se sentem a um só tempo calmos, por estarem em um lugar com tantos objetos de desejo juntos, e contraditoriamente ansiosos, justamente por estarem em um lugar com tantos objetos de desejo juntos. Talvez por perceberem que jamais terão tempo de ler todos eles.

Abaixo, uma lista, ainda pequena das mais interessantes e bonitas livrarias do mundo, que será atualizada e ampliada tão logo as sugestões dos leitores comecem a chegar.

Creio que, diante das imagens, poucos duvidarão que as três primeiras realmente são as mais belas livrarias do mundo.

3. Lello e Irmão, no Porto, Portugal


A Livraria Lello e Irmão, também conhecida como Livraria Chardron ou simplesmente Livraria Lello, situa-se na Rua das Carmelitas, na freguesia da Vitória da cidade  do Porto, em Portugal. Em virtude do seu ímpar valor histórico e artístico, a Lello tem sido reconhecida como uma das mais belas livrarias do mundo por diversas personalidades e entidades, casos do escritor espanhol Enrique Vila-Matas, do jornal britânico The Guardian e da editora australiana de guias de viagens Lonely Planet.

2. El Ateneo, Buenos Aires, Argentina 


A livraria El Ateneo fica na Recoleta, Buenos Aires. O prédio onde está instalada é o antigo Teatro Grand Splendid, de 1919. A maior parte das características arquitetônicas foi mantida. O teatro tinha quatro fileiras de camarotes, com capacidade para 550 poltronas e 500 poltronas na geral. A construção foi arrendada por dez anos, em 2000, pelo grupo editorial Ilhsa. A adaptação do espaço se manteve fiel à estrutura, com as prateleiras substituindo as linhas de assentos. A seção de literatura infantil fica no subsolo. Afinal, todo mundo sabe que crianças gostam de lugares subterrâneos ou de sótãos. Há uma galeria de arte e uma seção de música clássica. São 100 mil títulos de livros e 10 mil de CDs, que tornam essa livraria uma das maiores da América Latina. A pintora Isabel Contreras fez o restauro do afresco da cúpula, pintada na década de 1920 pelo artista italiano Nazareno Orlandi. Os temas são pacifistas, no clima que se seguiu ao final da Primeira Grande Guerra.

1. Selexyz Dominicanen, Maastricht, na Holanda


A livraria foi montada dentro de uma antiga igreja dominicana, na cidade pequena encravada entre Bélgica e Alemanha, a livraria faz parte da rede Selexiz presente em toda a Holanda. Logo na entrada há uma porta de quase 6 toneladas com inscrições em 27 línguas para a palavra livro. A Igreja onde está instalada a livraria começou a ser erguida em 1266, depois que uma rica família local doou o terreno para a congregação, a Igreja já foi usada em diversas ocasiões como pronto-socorro na 1° Guerra Mundial, como sala de concertos, como necrotério na 2° Guerra Mundial. Na entrada da livraria é possível encontrar também um pequeno mercado medieval, onde se pode tomar café, chás e comer pães feitos de acordo com a tradição holandesa, além disso é possível assistir pequenas demonstrações de lutas e ouvir cantores vestidos como menestréis.

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De que livro estamos falando?

Um livro escrito à mão é um livro. Um livro impresso é um livro. Um livro digital é um livro. Não depende de capa, de hardware, de sofisticação gráfica, nem tecnológica. Gertrude Stein diria que um livro é o que é: ideia manifestada por escrito ou imagens.

É fácil perceber que o impacto das novas plataformas tem provocado certa obliteração do valor do conteúdo. Há tanto fascínio com a tecnologia que nos esquecemos de atentar para o seu verdadeiro papel, de facilitadora. E se precisássemos ir a uma agência dos correios para enviar cartas toda vez que quiséssemos nos comunicar por escrito? O e-mail facilitou esse processo e vivemos um boom de contatos por escrito jamais imaginado antes da internet. O e-mail é acima de tudo “mail” e a mesma lógica se aplica ao e-boook.

São abundantes as manifestações pessimistas que enxergam apenas sinais de declínio do livro. Só vejo ascensão em tudo isso. Nunca se leu e se escreveu tanto como atualmente. Nunca a linguagem escrita foi tão relevante, usada até nos celulares. Estamos reforçando o hábito da leitura e a consequência é a redescoberta do prazer de ler.

Se hoje dispomos de hiperlinks, animações e trilhas sonoras para enriquecer as narrativas, ótimo! Se hoje qualquer pessoa pode editar seu livro no Kindle e tentar vendê-lo na Amazon, OK! O público seleciona. Sem qualidade, nada vai adiante. Esses recursos estão a serviço do livro, não são concorrentes, tampouco substitutos. E, se usados como disfarce para a fragilidade do conteúdo, acabam por denunciá-la.

No território dos filmes, estamos habituados ao fracasso daqueles que trocam bons roteiros por efeitos especiais. Por que a mesma premissa não seria válida para os livros? Aliás, que testemunho pode ser mais eloquente a favor dos livros do que os filmes que se baseiam em obras literárias e que, não obstante a evidente superioridade dos elementos audiovisuais à disposição das salas de projeção dolby, surround, ultra-blaster, via de regra não conseguem se equiparar ao envolvimento e a emoção provocados pela leitura? Quantas vezes ouvimos a frase “gostei mais do livro”?

Há algum tempo, testemunhamos um debate sobre a qualidade da literatura produzida atualmente no Brasil. Críticos severos se engalfinharam com defensores apaixonados, ambos expondo seus argumentos como quem trata de algo tão vital quanto a preservação da Amazônia, como quem analisa nossa capacidade de continuar oxigenando corações e mentes. Esse é o quadro e, na minha opinião, o único debate que vale a pena.

Fonte: Jornal o Globo, 29 de julho de 2011 (Primeiro Caderno)


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Finalistas da promoção 'UM MALA EM MINHA VIDA'

Conforme o regulamento, a promoção 'Um Mala em Minha Vida' encerrou dia 10/12/11, e foram selecionados os 5 melhores vídeos finalistas.

Para escolher o vencedor, é preciso votar no vídeo que você mais gostou, clicando no botão "Gostei"

do vídeo preferido, que está postado no Youtube.




Finalistas:

Nome: Ronaldo do Carmo Fernandes

Nome: Thiago Silva

Nome: Isabelle Vitorino


Nome: Heryk Slawski


Nome: Andreas Richter Weber



A votação no Youtube vai até o dia 19/12 pela manhã.
À tarde, anunciaremos o vencedor que será presenteado com R$500,00 + kit de obras da Belas-Letras.

BOA SORTE!!!

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10 dicas para redigir um bom texto


Para que a sua redação esteja nota dez, ela deve conter todas as solicitações apresentadas na prova. Trata-se de um texto para demonstrar a capacidade de leitura, interpretação, adequação de ideias e, principalmente, poder de argumentação. Para isso, é necessário saber o caminho para desenvolver uma redação excelente. Por este motivo, vamos demonstrar 10 passos que devem servir de exemplo para a produção de um texto adequado à banca.

Leitura temática para adequação da proposta
Você deve associar a leitura à interpretação cuidadosa do tema proposto pela banca. Um equívoco cometido nesse item pode representar um caminho desastroso para o vestibulando. O ideal é ler atentamente, marcar pontos importantes e acentuar os detalhes imprescindíveis. É sempre bom lembrar que, em muitos casos, o tema exige um senso de observação aguçado. Quando se tratar de redações narrativas, por exemplo, a leitura deve reconhecer os pontos essencias da proposta, como o exame psicológico dos personagens, o ponto de vista do narrador, entre outros.

Projeto de texto
Depois de uma boa leitura temática, o vestibulando deve projetar o que vai escrever, ou seja, deve limitar o texto às exigências, balanceando o que ele sabe e pode trabalhar.  Assim, no caso dos textos argumentativos, o primeiro passo é extrair uma tese, a ideia que vai ser explorada e defendida. Em seguida, buscar argumentações que, de forma crítica, possam sustentar a tal tese. Tudo isso de maneira esquemática, atentando para incluir pontos que sejam importantes para a elaboração do texto.

Coesão e lógica
Não se imagina a construção de um texto sem que exista uma lógica, um sentido. Assim, uma redação nota dez  é aquela que representa ideias cuidadosamente dispostas, que permitam ao leitor uma compreensão exata do que se pretendeu escrever. Uma dissetação deve apresentar introdução, desenvolvimento e conclusão. Uma narrativa, apresentação, trama e desfecho, e assim por diante. É necessário que os parágrafos estejam alinhados e bem organizados para que a leitura seja clara. Além disso, um bom vocabulário é outro fator importante na composição de um texto. Variar os termos e fazer uso de sinônimos, demonstra elevado grau de competência.

Coerência e verossimilhança
O texto deve ser uniforme, isso porque  a ideia não pode ser contraditória ao tema proposto. A redação nota dez é aquela que prima pela coerência, já que não deve entrar em contradição com o que vinha sendo apresentado. Em termos gerais, a coerência diz respeito ao modo como as ideias e os fatos são dispostos. Aplicar, por exemplo, um conceito pessoal ou não verdadeiro a uma situação confere um ar de descrédito – exemplo disso é dizer que todos os políticos são desonestos, que todos os jovens usam drogas e coisas do gênero.

Linguagem
Certamente um texto que não apresente erros gramaticais possui um passaporte poderoso para chegar à nota máxima. E a linguagem mais apropriada para isso é a norma culta ou padrão. Um examinador espera que um aluno que busca a vaga na universidade tenha domínio linguístico. Não é preciso engolir um dicionário, basta que saiba acentuar, que demonstre conhecer a ortografia e tenha habilidade na utilização dos conectivos, dos pronomes e dos verbos. Nada que uma boa dose de leitura diária e compromisso com o estudo não possam ajudar.

As fórmulas mágicas
Um dos grandes fantasmas que assombram os vestibulandos é a busca por uma fórmula mágica capaz de, num só momento, produzir um texto impecável. Isso pode levar a utilização de técnicas e mais técnicas, num amontoado de efeitos que, se não conduzidos, certamente levam a um texto pífio. Fazer uso de instrumentos potenciais requer técnica, cuidado e acompanhamento. É preciso saber quando e como fazer uso deles.

Parágrafos
Os parágrafos são o fator de divisão das partes que compõem os gêneros do texto. No texto dissertativo, por exemplo, o primeiro parágrafo deve representar a introdução; os seguintes, o  desenvolvimento e o último, a conclusão. O ideal é que para um texto de trinta linhas existam pelo menos quatro parágrafos: um para introdução, dois para o desenvolvimento e um para a conclusão. O importante é que eles sejam equilibrados, nem longos, nem curtos, para que possam expressar a ideia de uma forma lógica e competente.

Letra
Qual a melhor letra para uma redação nota 10? Indiscutívelmente, a legível. O vestibulando deve se preocupar em produzir um texto que não provoque no leitor dificuldades de leitura. Outra coisa que não pode acontecer é não diferenciar a letra maiúscula da minúscula.

Tamanho
Os vestibulares são muito rígidos. Para a grande maioria, nada que ultrapasse o limite para a elaboração do texto será considerado. É preciso usar bom senso.

Coletânea, copiar ou usar? 
A coletânea seria o texto de apoio oferecido pela banca para que o vestibulando possa direcionar o seu texto. A simples cópia pode representar perdas significativas de pontos, ou até mesmo zerar a redação. Já a sua não utilização implica também em prejuízos para o autor. Desta forma, a melhor opção é ler a coletânea, entender as ideias e produzir o texto nos limites impostos. Trata-se de uma segurança e qualidade textual.

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Os 10 mandamentos do vestibulando


Sabemos o quanto é difícil o ano de vestibular: estresse na escolha da profissão e da instituição, organização dos estudos, enem e muito mais. Por isso, separamos alguns mandamentos que nada mais são do que conselhos, para ajudar o estudante a se preparar para as provas. Cumpra todos os mandamentos e terá tranquilidade nesta nada, mole, vida de vestibulando.

I – Não escolherás uma profissão pensando apenas no mercado de trabalho e no retorno financeiro. 
O candidato tem de buscar sempre saber o porquê de estar realizando o vestibular e, também, o motivo de estar escolhendo uma determinada carreira. O auto conhecimento é condição fundamental para uma decisão adequada. É preciso escolher algo de que se vá gostar.

II- Honrarás teus pais sendo feliz com tua escolha profissional.
O vestibulando deve dialogar com os pais para que eles compreendam e respeitem suas decisões. Uma recomendação é que não haja promessas de ambos os lados (por exemplo, o compromisso de ganhar um carro com a aprovação no concurso é um fator de ansiedade).

III- Amarás o próximo como a ti mesmo mas, no dia do vestibular, competirás com ele.
Ninguém precisa rejeitar os amigos nem adotar um comportamento agressivo, mas é necessário ser competitivo no momento da prova para buscar o melhor desempenho possível.

IV- Respeitarás teus hábitos de alimentação, sono, diversão e descanso.
A disciplina de estudos é importante, mas deve haver espaço para o lazer. O tempo de sono, por exemplo, deve ser preservado. O lazer diminui a possibilidade do estresse. Na alimentação, frutas, líquidos e alimentos leves são recomendados. Remédios contra a ansiedade e estimulantes não devem ser tomados por conta própria.

V- Buscarás o apoio incondicional dos teus familiares. 
Um ambiente tranqüilo é o mais recomendável para o estudo. Todo o grupo familiar deve colaborar com o vestibulando, mas sem cobrar dele o tempo de estudo, por exemplo, para não aumentar a ansiedade.

VI- Não estudarás toda a matéria nos últimos dias antes da prova. 
O conhecimento exigido no vestibular é construído ao longo do Ensino Médio. O melhor momento para aprender é a explicação em aula, para a qual o aluno deve prestar o máximo de atenção. A prova do vestibular é o término de um processo.

VII- Vestibular é vida. Vida não é vestibular. Respeitarás teu ritmo de estudo e teus limites. 
A idéia é descobrir o tempo ideal de estudo, em lugar de estudar horas a fio ou sacrificar o sono sem conseguir se concentrar. Uma sugestão é revisar a matéria fazendo resumos dos conteúdos e resolvendo provas de vestibulares passados. É importante também contextualizar as informações de cada matéria, procurando correspondência com as outras disciplinas.

VIII- Conhecerás antecipadamente o local da prova e não esquecerás os documentos no dia.
É importante visitar o local de prova para saber como é o trajeto e para conhecer os horários dos meios de transporte disponíveis (ônibus, lotação, táxi, etc). No dia da prova, evite correrias deslocando-se com antecedência para a prova.

IX- Não farás das provas teste de rapidez e ocuparás todo o tempo disponível. 
O recomendável é ler atentamente os enunciados das questões, para interpretá-las corretamente. Outra dica é garantir o máximo de acertos com as questões consideradas mais fáceis, enfrentando depois as mais complicadas.

X- Nunca desistirás da tua identidade profissional. 
Persistirás na busca da faculdade que desejas, mesmo se fores reprovado. Se a convicção pela a escolha profissional é firmada no autoconhecimento, o vestibulando deve perseguir sempre seu objetivo, sem esmorecer com eventuais reprovações.

Fonte: Blog Mais Estudo

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